Durante muito tempo, empresas trataram saúde mental, flexibilidade e qualidade de vida como diferenciais de marca empregadora. Hoje, os dados mostram mais do que isso: bem-estar virou variável de risco, produtividade e sustentabilidade financeira.
Com a pressão da atualização da NR-01, o avanço da gestão de riscos psicossociais e a expectativa crescente dos profissionais por benefícios mais personalizados e flexíveis, a pergunta deixou de ser “o que oferecer” e passou a ser:
como tomar decisões inteligentes que conectem saúde, cultura e resultado?
Neste episódio do Intralizando, Milena Faneco recebe Diego Cabrini, executivo da Wellhub, para uma conversa estratégica sobre:
🔸Como bem-estar impacta risco organizacional, retenção e produtividade
🔸Onde o RH ainda desperdiça investimento por falta de leitura de dados
🔸O que diferencia discurso de “salário emocional” de estratégia real
🔸Como evitar programas de bem-estar feitos apenas para cumprir norma
🔸Quais indicadores realmente importam na tomada de decisão
🔸O custo invisível de decisões de curto prazo na saúde das pessoas
Se 76% dos profissionais desejam mudanças nos pacotes de benefícios e apenas 21% têm poder de escolha, estamos diante de um descompasso claro entre expectativa e gestão
Este episódio é para líderes, RHs, conselhos e gestores que entendem que cuidar das pessoas não é ato de bondade — é decisão estratégica.
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E se essa conversa te provocou, maratone o Intralizando. Aqui, bem-estar não é discurso. É gestão.